Não tem bolso que aguente!

01 Setembro 2017 14:06:54

O brasileiro sente no bolso as práticas imorais e muitas vezes desleais nos mais diversos setores, sem contar nos atos de corrupção cada vez mais impregnados em um país que tinha tudo para dar certo, mas que continua dando muito errado. 

Uma das altas mais sentidas pela população nos últimos tempos é em relação aos combustíveis, que com uma nova política absurda a Petrobras - centro de recentes escândalos - passou a alterar sua tabela quase diariamente e não mais como antes, quando isso ocorria de forma mensal. O resultado não tem sido positivo e como sempre a carga mais pesada fica para o consumidor, que absorve todos os desmandos ocorridos no mercado e no governo. Além disso, empresários também têm sentido os impactos.

Fora os diversos passos que têm afetado diretamente a população, principalmente no que se trata na economia e medidas para que o país ganhe fôlego, ainda contamos com um mercado desleal, como foi relatado por empresários, que compram o mesmo combustível pagando mais caro por ser encaminhado ao interior, sustentando os descontos dados à capital. 

Em Irati, a queixa dos consumidores não é de agora em relação ao preço praticado e pela falta de concorrência no preço. Quem mais sente são trabalhadores, pessoas que no seu dia a dia necessitam do veículo para ir às suas atividades ou que mesmo utilizam para o seu sustento, como foi relatado na matéria da Folha. Os empresários justificam e relatam o que ocorre, principalmente em relação ao que eles pagam às distribuidoras.

Para que a população sinta menos tanto impacto no bolso é preciso que o país mude, principalmente no que se refere a condução de setores que movimentam a economia. Não há mais quem suporte a carga tributária absurda estipulada no Brasil, onde os mais prejudicados são os honestos. Ao abastecer o veículo, quase metade do que é pago são impostos. E qual o nosso retorno com isso? São escândalos de corrupção, dinheiro do povo mal aplicado e serviços públicos de péssima qualidade, onde nem o básico é feito direito.

Em Irati, a queixa dos consumidores não é de agora em relação ao preço praticado e pela falta de concorrência no preço. Quem mais sente são trabalhadores, pessoas que no seu dia a dia necessitam do veículo para ir às suas atividades ou que mesmo utilizam para o seu sustento.

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