Guamiranga realiza segunda etapa do programa de vacina contra a brucelose

A vacinação é feita em novilhas fêmeas de três a oito meses, ou com mais de oito meses no caso de ainda não estar vacinada

Karina Ludvichak

Nesta quarta-feira (8), a secretária da Agricultura de Guamiranga, Pecuária e Meio Ambiente, Cristiane Tabarro Borgo, reforçou, por meio da rede social WhatsApp, a importância do programa de vacinação contra brucelose. O programa teve início em 2021 e, agora, está em sua segunda etapa. A vacinação é feita em novilhas fêmeas de três a oito meses, ou com mais de oito meses no caso de ainda não estar vacinada. A vacina contra a raiva também foi determinada como uma prioridade para o município. Segundo Cristiane, nos próximos dois meses a Secretária de Agricultura estará empenhada em realizar as vacinações por todo o território do município.

A orientaçãodada pela secretária aos proprietários de gado que ainda não fizeram o cadastro da vacina é entrar em contato com a pasta de agricultura e fazer o cadastro necessário, juntamente com a idade das novilhas fêmeas que ainda não foram vacinadas contra a brucelose, ou para que se dirijam aos presidentes das associações. “A partir de hoje, a médica veterinária estará indo nas propriedades daqueles que deram os nomes. Essa vacinação é obrigatória, assim como a regularização”, comentou Cristiane.

Ela destaca que a continuidade do programa vem sendo reforçada desde 2021, e é importante que toda a comunidade esteja ciente disso. A secretaria diz, ainda, que apesar de não ser obrigatória, a vacinação contra a raiva se trata de uma questão de saúde pública e pede a compreensão da comunidade. A Secretaria de Agricultura, juntamente com o ADAPAR, fez um levantamento sobre focos de morcego em Guamiranga, que é um dos principais transmissores da raiva para outros animais que não estão vacinados contra a doença. Foi discutido, também, a respeito das propriedades que estão dentro do raio de 3 a 5 km dos focos do morcego. “Dentro do território da cidade, esses animais serão vacinados contra a raiva. É um trabalho que se refere à questão de saúde pública, de cuidado tanto com o rebanho quanto com o homem, e com a população”, conclui Cristiane