Prefeitura de Rio Azul cria medidas contra o coronavírus

Administração optou por monitorar a entrada do município, pulverizar as vias com água sanitária e ter o toque de recolher

Desde o dia 24 de março, quem tentou entrar em Rio Azul teve problemas com as barreiras colocadas em algumas das entradas para o município. A medida faz parte do pacote de contenção adotado pela Prefeitura no combate ao coronavírus.

A única entrada disponível para área urbana é pelo trevo de saída para Rebouças, as demais estão com barreiras para impedir a circulação. Na entrada liberada equipes fazem o monitoramento dos carros, com cadastros e fazem um diagnostico para ver como a pessoa está se sentindo.

Outra ação da Prefeitura foi criar o toque de recolher, que é das 20h às 6h do dia seguinte. A administração também liberou, parcialmente, nesta semana, as indústrias e o comércio para funcionamento, que estavam paralisados, porém devem seguir todas as orientações de prevenção para continuaram atendendo. A qualquer momento as medidas podem ser alteradas.

Rio Azul tem, até o fechamento desta edição, tem quatro casos descartados de coronavírus e um suspeito. O prefeito Rodrigo Solda pede a colaboração da população. "Não se reúnam para passar tempo, por convivência, vão em busca daquilo que vocês precisam de forma fundamental, para manter a vida de vocês. Não é hora de ir encontros casuais ou de mero lazer. Fizemos esses decretos para que as pessoas entendam a seriedade do que a gente está enfrentando", comenta.

PULVERIZAÇÃO DAS RUAS

Prefeitura de Rio Azul aderiu a ideia de higienizar as ruas com água sanitária, com intuito de evitar o surgimento e a propagação do Covid -19, que é realizada por funcionários da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos, que começaram este trabalho para desinfetar os pontos mais movimentados, em especial a área de bancos, mercados, farmácias, onde há maior circulação de pedestres e veículos.

Rio Azul iniciou a pulverização no dia (24), e a medida serve para a conscientização da população diante da gravidade do vírus. Esta medida garante também um combate à dengue que não deixou de existir.

Conforme estudos de infectologia, o produto serve para lavar paredes e pisos, jamais para ser usado no corpo.

Esta ação, de pulverizar as ruas com água sanitária, foi realizada em Minas Gerais, já que o estado tem um histórico de grandes enchentes em que foi necessário limpar as ruas.