Sobe para 23 casos suspeitos de coronavírus na região

Na tarde deste domingo (22), a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) divulgou o boletim do coronavírus e, na região da

Na tarde deste domingo (22), a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) divulgou o boletim do coronavírus e, na região da 4ª Regional de Saúde, subiu para 23 casos suspeitos, sendo em Fernandes Pinheiro cinco; Imbituva dois; Irati oito; Mallet quatro; Rebouças dois; Rio Azul um e Teixeira Soares um.

O primeiro caso suspeito de Irati já foi descartado pela Secretaria.

A Sesa também divulgou os dados no Paraná, contabilizando 54 casos confirmados da doença. Os novos casos são de Curitiba (3), Foz do Iguaçu (3), Cianorte (1), Colombo (1), Pinhais (1) e moradores de Miami-EUA (2) que estão sendo tratados no Estado.

Os 11 pacientes deste boletim são: seis homens e cinco mulheres com idades entre 17 e 54 anos e que estiveram na Itália, Emirados Árabes, Miami e/ou contato com casos confirmados fora do Estado.

A Sesa adotou uma nova metodologia para análise de casos. Anteriormente, prevalecia o município de notificação, agora é considerado o município de residência. Isso facilita o monitoramento e assegura maior capacidade de verificação e possível circulação do vírus nas localidades pelas equipes de saúde.

Houve alterações de dados. Foram retirados três casos de Curitiba, onde dois pacientes são moradores de São Paulo, e um de Pinhais, e que foram notificados na capital paranaense. Um caso registrado em Umuarama foi alterado para Cianorte, visto que o paciente recebeu o atendimento em Umuarama, mas reside em Cianorte.

DADOS

Todas as notificações pelos serviços de saúde de síndromes respiratórias passam a constar agora no boletim como casos em investigação.

A medida cumpre a Portaria nº 454/2020, do Ministério da Saúde, que estabelece novos critérios e procedimentos.

O Paraná, no entanto, não tem nenhum caso de transmissão comunitária.

Com a nova divulgação dos casos em investigação, a Sesa garante ainda maior transparência e efetividade de informação, evitando assim dados desencontrados ou até mesmo desinformação.

Hoje, são 1.354 casos em investigação – já com a nova metodologia –, 159 casos descartados.

Aproximadamente, 600 casos em investigação foram testados pelo Lacen e foram negativados, mas não constam no sistema do Ministério da Saúde em razão da instabilidade da plataforma.