Assistência Social amplia serviços de proteção

Um dos serviços é o Programa Família Acolhedora, voltado a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social
Secretária, Sybil Dietrich, fala das conquistas (Foto: Patricia de Paula)

Neste ano, a Secretaria de Assistência Social deve focar na qualificação e ampliação dos equipamentos e atividades existentes em Irati, de acordo com a secretária da pasta, Sybil Dietrich. Entre eles estão os atendimentos no Centro da Juventude, o Programa Família Acolhedora e o trabalho nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras).

Ela conta que, nesta gestão, houve investimento em programas, estrutura física e equipe técnica. “Aumentamos o investimento no serviço de acolhimento de crianças e adolescentes, estruturamos a equipe técnica com psicóloga, assistente social e pedagoga, aumentamos o número de cuidadoras e reformamos a Casa Lar, deixando de pagar aluguel e indo para espaço próprio com maior estrutura.”

Lançado em julho do ano passado, o Programa Família Acolhedora também é um salto para a assistência social no município, possibilitando que crianças e adolescentes afastados da família, por medida de proteção, são abrigados provisoriamente em casas de famílias acolhedoras, previamente cadastradas. “O objetivo do Programa Família Acolhedora é romper com a institucionalização de crianças e adolescentes, diminuindo traumas no processo de acolhimento”, explica a secretária.

NOVOS ESPAÇOS

O Centro da Juventude, inaugurado em novembro, oferece oficinas de danças urbanas, teatro, violão, atividades de desenvolvimento psicossocial, voltadas à cidadania, primeiro emprego, psicomotricidade relacional, entre outras. As inscrições para participar das atividades são realizadas no próprio Centro da Juventude.

Perto dali fica a Casa de Passagem Indígena, um espaço que recebe a população indígena que vem a Irati para vender artesanato. Segundo a secretária Sybil, a casa abriga até 25 indígenas, que já utilizam o espaço. “Temos uma equipe técnica que dá suporte às famílias. Não é só a oferta do espaço para estadia. É, também, a oferta de algumas ações que os próprios indígenas consideram importantes para a qualidade de vida deles”, diz.


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