Em apoio aos caminhoneiros, Caminhos do Paraná faz levantamento dos atendimentos em restaurantes

Concessionária disponibiliza informações a respeito de alimentação, banheiros e borracharias
A empresa permanece prestando os serviços essenciais com guinchos e ambulâncias

A Caminhos do Paraná está atualizando a situação dos postos e restaurantes que estão dentro do seu lote de monitoramento para orientar e ajudar os caminhoneiros neste período de pandemia. O levantamento informa quais são os postos que funcionam 24h, se o restaurante dispõe só de marmita ou atendimento completo, banheiros com ducha e borracharia. 
As praças da Caminhos do Paraná disponibilizam sanitários, café, água, estes serviços sempre existiram e continuam funcionando. O serviço de guinchos, ambulâncias permanecem. 
As ambulâncias contam com o atendimento clínico, caso algum viajante tenha não passe bem, pode fazer a parada nas praças e receberá o atendimento, se for um caso mais grave será encaminhado para o hospital mais próximo, sendo observado ainda se não há sintomas do coronavírus. 
“O serviço é público, regulado e essencial, logo não pode parar o atendimento nem dispensar os funcionários”, afirma Jefferson Luiz Schneider Dittrich, assessor de comunicação da empresa. 
A empresa afirma que mesmo que tenha 1% do público pagante circulando pelas rodovias é preciso fornecer o serviço completo. Pois em casos de acidentes é preciso estar de prontidão.
Em relação a isenção da taxa de pedágio, Dittrich explica que o valor remunera os investimentos já realizados, além de remunerar o custo dos profissionais e veículos que atuam nas rodovias, que estão em prontidão neste período nos atendimentos de emergência a incidentes ambientais, acidentes com vítimas, inclusive, em operações de desencarceramento, atendimento e transporte pré-hospitalar, guinchos leves e pesados, tapa-buracos emergenciais e a roçada – neste momento restrita aos locais próximos à sinalização vertical da via (placas), por isso, não há possibilidade neste momento. 
“O fluxo está significativamente abaixo do normal, e mesmo assim, a empresa não pode, por força do contrato com o Governo do Estado, interromper nenhuma dessas atividades”, disse o assessor.


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