Imbituva inicia campanha contra o sarampo na próxima segunda-feira (10)

No sábado, em todo país será realizado o Dia D da campanha, nessa data as unidades de saúde estarão abertas das 08h às 17h.
Na próxima segunda inicia a campanha contra o sarampo em Imbituva (Foto: Reprodução – Prefeitura de Imbituva)

Na próxima segunda-feira (10), a Secretaria de Saúde de Imbituva inicia uma campanha de vacinação contra o sarampo, todas as pessoas entre 20 e 29 anos deverão receber uma dose da vacina, independente de já terem se vacinado anteriormente. O “Dia D” será realizado no sábado, 15 de fevereiro. Nessa data as unidades de saúde estarão abertas das 08h às 17h.

Vale ressaltar, que durante o período da campanha será avaliado o esquema vacinal e ofertadas as demais vacinas que estejam em atraso. A Secretaria pede atenção especial para a dose contra Febre Amarela, já que vários municípios do Paraná, inclusive Imbituva, tiveram casos de macacos doentes, o que sinaliza a circulação do vírus da Febre Amarela na região.

A população entre 05 e 59 anos deve procurar as unidades de saúde levando a carteirinha de vacina e o cartão SUS. A campanha se estende até o dia 13 de março.

O que é sarampo?

Sarampo é uma doença infecciosa grave, causada por um vírus, que pode ser fatal. Sua transmissão ocorre quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. A única maneira de evitar o sarampo é pela vacina.

Os principais sintomas do sarampo são: febre acompanhada de tosse; irritação nos olhos; nariz escorrendo ou entupido; mal-estar intenso; Além disso, em torno de 3 a 5 dias, podem aparecer outros sinais e sintomas, como manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas que, em seguida, se espalham pelo corpo. Após o aparecimento das manchas, a persistência da febre é um sinal de alerta e pode indicar gravidade, principalmente em crianças menores de 5 anos de idade.

O sarampo é uma doença prevenível por vacinação. Os critérios de indicação da vacina são revisados periodicamente pelo Ministério da Saúde e levam em conta: características clínicas da doença, idade, ter adoecido por sarampo durante a vida, ocorrência de surtos, além de outros aspectos epidemiológicos


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