Região tem cinco casos de coronavírus descartados pela Sesa

Irati tem três casos descartados, e conta com 41 suspeitas de coronavírus. Nenhum caso foi confirmado até o momento
(Foto: UOL)

Na noite desta quarta-feira (25), a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) divulgou o boletim diário de coronavírus no Paraná, e a região da 4ª Regional de Saúde já tem cinco casos descartados, sendo três em Irati; um em Fernandes Pinheiro e um em Imbituva.

Porém, os casos suspeitos aumentaram no último dia, já são 112 suspeitas analisadas pelo Laboratório Central do Paraná (Lacen), sendo a maior quantidade em Irati com 41, seguindo por Imbituva com 29; Mallet 21; Rio Azul oito; Rebouças e Fernandes Pinheiro cinco; Teixeira Soares com dois e Inácio Martins com um.

Já em todo o Paraná mais 27 casos de coronavírus foram registrados, 14 homens e 13 mulheres com idades entre 20 e 54 anos são de Curitiba (19), Pinhais (1), Foz do Iguaçu (1), Maringá (1), Ponta Grossa (2), Faxinal (1), Campo Mourão (1) e São Paulo (1) fora do Estado.

O panorama da doença no Paraná é de 97 casos confirmados, 483 descartados e 3.588 em investigação. Nas últimas 24h, a Sesa descartou 286 casos manualmente devido a instabilidade constante do sistema do Ministério da Saúde.

Históricos de viagens e demais informações sobre casos confirmados podem ser verificadas junto às secretarias municipais de saúde.

Até o momento, o Paraná não tem nenhum caso registrado de transmissão comunitária.

DADOS

Todas as notificações pelos serviços de saúde de síndromes respiratórias constam no boletim como casos em investigação.

A medida cumpre a Portaria nº 454/2020, do Ministério da Saúde, que estabelece novos critérios e procedimentos.

Diariamente os serviços de saúde dos 399 municípios do Paraná notificam os atendimentos de síndromes respiratórias via sistema, isso explica o aumento diário significativo nos números em investigação. Porém, nem toda notificação quer dizer que o caso seja considerado como suspeito.

A Portaria do Ministério da Saúde exige a notificação imediata. Após isto, o serviço de saúde municipal, através da análise clínica, define se aquele paciente é um suspeito em potencial e verifica a necessidade, ou não, da coleta de amostra para a realização de testes, ou seja, o número de casos em investigação não significa que todos são considerados suspeitos.

 


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