“Um olhar além que transforma vidas!”
Bases Científicas das Constelações Familiare

Havia um arquipélago no Pacífico, povoado por macacos. Eles se alimentavam de batatas, que tiravam da terra. Um dia, não se sabe por que, um desses macacos lavou a batata antes de comer, o que melhorou o sabor do alimento. Os outros o observavam, intrigados, e aos poucos começaram a imitá-lo. Quando o centéssimo macaco lavou a sua batata, todos os macacos das outras ilhas começaram a lavar suas batatas antes de comer. E entre as ilhas não havia nenhuma comunicação aparente.

Essa história (fictícia) exemplefica uma teoria criada pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake, denominada teoria dos campos morfogenéticos.

Os campos morfogenéticos ou campos mórficos são campos que levam informações, não energia e são utilizáveis através do espaço e do tempo sem perda alguma de intensidade depois de terem sido criados. Eles são campos não físicos que exercem influência sobre sistemas que apresentam algum tipo de organização inerente.

Para Sheldrake, os organismos vivos não herdam apenas os genes, mas também os campos mórficos. Os genes são recebidos materialmente dos antepassados, e permitem elaborar certos tipos de moléculas proteíca; os campos mórficos são herdados de um modo não-material, por meio da ressonância mórfica, não somente dos antepassados diretos, mas também dos demais membros da espécie.

Bert Hellinger, criador das constelações Familiares, percebeu que existem três necessidades que regem os relacionamentos humanos dentro e fora das famílias ligadas ao campo familiar, ou CAMPO MORFOGENÉTICO: Hierarquia (estabelecida pela ordem de chagada), pertencimento (estabelecido pelo vínculo), equilíbrio (estabelecido pelo dar e tomar/receber).

Quando tais necessidades são violadas numa família, surgem comportamentos compensatórios que atuam através do Campo Morfogenético em outros membros da mesma. Questões não resolvidas na família são levadas para o ambientea de trabalho e para os relacionamentos afetivos, mas infelizente em nosso dia a dia, não temos essa percepção. A constelação é um método porque permite enxergar onde está o problema e desfazer essa conexão.

O Vício

Torna-se viciado aquele a quem falta algo. Para ele, o vício é um substituto.

Como curamos um vício em nós?

Reencontrando aquilo que nos falta.

Quem ou o que falta no caso de um vício?

Geralmente é o pai. Ninguém é capaz de sentir-se inteiro e completo sem seu pai. Sendo assim, o vício é a ânsia de reencontrar o que foi perdido e, com a sua ajuda, sentir-se são e restabelecido. Contudo, por ser apenas um substituto, o vício não é capaz de satisfazer essa necessidade. Por isso prossegue. Prossegue sem o pai.

Como podemos ajudar um viciado? Como ele pode ajudar a si próprio?

Ele leva aquilo que foi perdido para dentro de seu vício, dessa forma tornando-o supérfluo.

Continua...

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Se você se sente chamado (a) a olhar para o seu Sistema Familiar, ou conhecer as Constelações Sistêmica Familiar, eu atuo como Psicóloga Clínica desde 1988 e atualmente como Consteladora.

Pertenço à Congregação das Irmãs Franciscanas de Ingolstadt e Trabalho no Centro de Formação Nossa Senhora da Paz

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