Otorrino sem dúvidas, com Dr Bruno Leonardo Freire de Alencar
Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono

O CPAP, abreviatura do termo em inglês Continuous Positive AirwayPressure (pressão positiva contínua nas vias aéreas), é a principal arma no tratamento da apneia obstrutiva do sono. O CPAP é uma pequena máquina, semelhante a um compressor de ar, que fornece, de maneira contínua, um fluxo de ar para o paciente.

Durante o sono, um pequeno número de apneias, geralmente de 7 a 20 por noite, pode aparecer em indivíduos normais. Quando ocorrem com frequência maior que cinco apneias por hora, ou 30 apneias por noite, são consideradas anormais. Os malefícios da doença decorrem da soma de apneias ao longo de anos.

Apneia obstrutiva do sono (SAOS) é uma parada respiratória provocada pelo colabamento das paredes da faringe. O distúrbio ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. Para ser mais exato, durante as crises, ela para de roncar por causa do bloqueio da passagem de ar pela faringe.

Quando a apneia é grave, o portador da síndrome pode ter sonolência excessiva, complicações cardíacas, como arritmia grave, insuficiência cardíaca ou coronariana. Além disso, pode comprometer a qualidade do sono e a capacidade de concentração no cotidiano de quem tem apneia do sono grave.

O tabagismo também provoca danos irreversíveis ao sistema respiratório.

Já a falta de ar durante o sono pode ser causada pela Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), um problema que afeta não só o bem-estar ao longo do dia, mas a saúde como um todo.

Assim quando existe o risco de morte devido a apneia, normalmente, existe um despertar que impedeo sufocamento.
Entretanto, a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono pode levar a outras doenças que trazem potencial risco de morte como pressão alta, ataque cardíaco, arritmia do coração e derrame.

  • Roncar durante o sono;
  • Acordar várias vezes à noite, mesmo que por poucos segundos e de forma imperceptível;
  • Apresentar paradas da respiração ou sufocamento durante o sono;
  • Ter excesso de sono e cansaço durante o dia;
  • Acordar para urinar ou perder urina durante o sono;
  • Ter dor de cabeça pela manhã;
  • Diminuir o rendimento nos estudos ou trabalho;
  • Ter alterações da concentração e da memória;
  • Desenvolver irritabilidade e depressão;
  • Ter impotência sexual.

A apneia do sono aumenta a probabilidade do paciente desenvolver doenças potencialmente letais. Está associada ao aumento do risco de hipertensão, insuficiência e arritmia cardíacas, derrame e diabetes. 7. A apneia obstrutiva do sono (SAOS) acomete aproximadamente 30% da população adulta mundial.

Convivendo/ Prognóstico

O tratamento para apneia do sono pode e deve ser acompanhado de mudanças no estilo de vida. Elas podem aliviar os sintomas em algumas pessoas. Veja algumas dicas:

  • Evitar a ingestão de álcool e sedativos antes de dormir
  • Evitar dormir de barriga para cima
  • Perder peso
  • Exercício físico
  • Evitar tabagismo

Reposição hormonal em mulheres na menopausa

Tratamento da obstrução nasal em pessoas com rinite