Gaeco cumpre mandado de busca e apreensão em Irati

Investigações acontecem no Sudoeste paranaense. Em Irati, foi apreendido o celular de um sócio de uma empresa de consultoria ambiental

Nesta terça-feira (23), o Núcleo de Francisco Beltrão (Sudoeste paranaense) do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou 21 mandados de busca e apreensão em Palmas, Irati e Pato Branco na Operação Contrapartida, que investiga organização criminosa.

Os mandados foram expedidos pelo Juízo Criminal da Comarca de Palmas, que determinou ainda o afastamento das funções de dois funcionários públicos vinculados ao escritório regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) em Pato Branco – um deles o chefe da regional.

A investigação apura o envolvimento de particulares, empresários, profissionais liberais (advogados e engenheiros ambientais) e servidores públicos na prática dos delitos de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação/organização criminosa. Durante as buscas, duas pessoas foram presas em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e munição.

“Em Irati, a operação aconteceu na residência de um dos sócios de uma empresa de consultoria ambiental que está envolvida no esquema. Foi apreendido o celular deste sócio para apurar as circunstâncias por decorrência do caso. Não há fato criminoso que esteja acontecendo na cidade”, afirmou o coordenador do Gaeco, doutor Roberto Tonon Junior.