ADAPAR de Imbituva reforça campanha para atualização de rebanhos até 30/06

O prazo para a atualizar o rebanho é até o dia 30 de junho

Esther Kremer

A campanha para atualização de rebanhos começou no dia 1º de maio e vai até o dia 30 de junho. A recomendação da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR) é fazer a atualização antes do prazo terminar, o produtor que não tiver o rebanho atualizado estará sujeito a multas.
O rebanho pode ser declarado pelo site www.adapar.pr.gov.br ou presencialmente na unidade Adapar de Imbituva, nos sindicatos rurais ou nos escritórios municipais de Guamiranga e Ivaí. O produtor deve levar a relação dos animais divididos por espécie, sexo e idade. A atualização deve ser feita para bovinos, búfalos, cabras, ovelhas, suínos, cavalos, jumentos, mulas, galinhas e peixes.
O engenheiro agrônomo e secretário de Agricultura e Pecuária de Imbituva, Tiago Castro, explica que o Paraná possui um rebanho de 8,8 milhões de bovinos e búfalos, distribuídos em 171.723 explorações pecuária. Em Imbituva, as explorações pecuárias, em 2021, somaram 899, com 9.512 bovinos.
Segundo Castro, o Paraná está se consolidando cada vez mais na produção agropecuária e, com o aumento da produtividade e do uso avançado da tecnologia nas lavouras, pomares e rebanhos, foi preciso organizar toda a produção para se inserir no mercado com qualidade suficiente e tornar o estado competitivo tanto no âmbito nacional, quanto internacional.
“Os ganhos em relação a atualização do rebanho, por parte dos produtores, mostram a força da pecuária paranaense, seja no desempenho e aptidão da bovinocultura de corte, na elevada genética e produção do rebanho bovino de leite e pelo alto nível tecnológico da suinocultura e da avicultura industrial do Paraná”, comenta Tiago.
Ainda, o secretário enfatizou a importância de os produtores seguirem o prazo para realizar a atualização, pois há ganhos em outros setores também. “Há ainda ganhos indiretos, com a possibilidade do aumento da receita com exportações nas cadeias de commodities como milho, soja, na cadeia de lácteos e isso poderá ampliar as vendas aos mercados externos com valor agregado”, finaliza Tiago.